Blog sobre o futebol junior, com especial atenção aos clubes do distrito de Setúbal e aos jogadores nascidos em 1996 e 1997. Pequenas crónicas Fotos, Vídeos, classificações. Autoria de um pai, todas as opiniões são da minha exclusiva responsabilidade. jpedro.1966@gmail.com Colabore, contacte-me!
domingo, 22 de setembro de 2013
Águias de Camarate - 1 Almada - 8 Jogo-treino Juvenis A (22SET2013)
Mais um jogo de treino de pré-época.
Não me foi possível ir ver, mas já falei com quem viu.
Contam-me que foi um excelente jogo de futebol, ambas as equipas a jogarem bola no chão.
Não houve violência, agressividade em campo, foi tudo muito leal, embora competitivo.
Os nossos miúdos estiveram muito bem, marcaram uma clara superioridade em campo e causaram alguma admiração no adversário pela qualidade do futebol apresentado.
EQUIPA:
Hugo
Abreu
Rafa
Santana
Jacinto
Leo
Nuno Martins
Gonçalo Martins
Varandas
Iuri
Valter
SUPLENTES:
João Lopes
Pimenta
Edu
Reis
Alcino
Miguel Lopes
GOLOS;
Gonçalo Martins (3)
Edu (2)
Iuri
Valter
Pimenta
JOGOS DA PRÉ-ÉPOCA:
Almada A - 5 Almada juniores - 3
Almada A - 8 V. Milhços - 0
Almada A - 4 Oriental - 1
Almada A - 4 Charneca - 0
Paio Pires - 2 Almada A - 3
Corroios - 1 Almada B - 3
Almada - 1 Linda-a-Velha - 2
Almada A - 4 Almada B - 0
Águias de Camarate - 1 Almada A - 8
9 jogos
8 vitórias
1 derrota
40 golos marcados
10 sofridos
Próximos jogos:
C. Piedade - Almada A -
Quinta do Conde - Almada A -
Fabril - Almada A -
sábado, 21 de setembro de 2013
Figuras que passaram pelo Almada
O Mister Filipe Celikkaya passou pelo Almada há 3 épocas, fez os juvenis subirem da 2.ª à 1.ª distrital, na época seguinte foi chamado para treinar a equipa de juvenis do Benfica. Onde esteve duas épocas.
Na época passada foi para o Al Ahli, nos EMirados Árabes Unidos.
Acabei de ver no blog do senhor Pina, que o mister Celikkaya voltou a Portugal e ainda não tem clube:
Com apenas 28 anos e este curriculum tão rico, não será de admirar um futuro auspicioso.
De repente o que nos ocorre é que o mister Celikkaya bem podia voltar ao Almada e enriquecer o noso conjunto de treinadores...
Só que depois pensamos um segundo e... pois, claro, quem esteve num Al Ahli, com um bom ordenado, certamente espera agora ingressar num projeto remunerado e de outro nível.
De qualquer forma, desejamos-lhe as maiores felicidades!
Eis o artigo do jornal de desporto:
http://desportojornal.blogspot.pt/2013/09/filipe-celikkaya-esta-sem-clube-mas.html?spref=fb
FILIPE CELIKKAYA»» Está sem clube mas espera em breve voltar ao treino
Treinador já passou pelas camadas jovens do Benfica
De regresso a Portugal depois de uma experiência
muito enriquecedora nos Emiratos Árabes Unidos
Filipe Celikkaya, tem apenas 28 anos, foi jogador e actualmente é treinador de futebol.
No seu curriculum conta com passagens por vários clubes tanto como jogador como treinador sendo de destacar a presença de dois anos nas camadas jovens do Benfica, primeiro como treinador principal dos Iniciados B e, depois, ainda começou como adjunto dos Juvenis A, mas o Al Ahli falou mais alto.
Na época passada foi até aos Emiratos Árabes Unidos mas agora está de regresso a Portugal e sem clube para treinar mas à espera de um projecto credível porque o que mais ambiciona neste momento é voltar o mais rápido possível ao treino
Mas, vamos então ficar a conhecer melhor Filipe Celikkaya, um homem da margem sul de Tejo que apesar de jovem tem já obra feita tanto a nível regional, como nacional e até mesmo internacional.
Pode-nos falar da sua carreira enquanto praticante de futebol?
Joguei futebol durante 15 anos. Comecei no Clube Desportivo da Cova da Piedade, onde estive 4 anos. Depois de ter jogado no Campeonato Nacional de Iniciados, transferi-me para o Belenenses. Estive por lá cinco anos, tendo jogado na mesma equipa com o Ruben Amorim, Rolando e Gonçalo Brandão, entre outros. Na passagem para sénior, joguei sempre na 3.ª divisão. Comecei no 1.º Dezembro, passando depois pelo Fazendense (Almeirim); Atlético do Cacém, com o Prof. Silveira Ramos (Director Técnico Nacional); Almada, na 1.ª Divisão Distrital; Oeiras, com o Prof. Paulo Leitão; Sintrense; e, por fim, fui para os Estados Unidos na América. Depois de 15 anos, e de algumas lesões graves, optei por deixar o futebol enquanto praticante.
E enveredou então pela carreira de treinador?
Exactamente. Ainda no Oeiras, enquanto praticante de futebol, comecei a treinar na Escola Academia Sporting, que foi a primeira escola de formação do Sporting em Portugal, a par do CIF. Estava com os sub-15 e sub-13. No ano seguinte surgiu a oportunidade e ingressar nos juniores de Belenenses com o Rui
Jorge, que fazia a sua primeira época como treinador. Como ainda era praticante de futebol, estudante de Educação Física e Desporto e necessitava de estar no “treino” era uma boa oportunidade. Colaborei com ele durante ano e meio na área da analíse e observação, até surgir a oportunidade de ir para os Estados Unidos estudar fisiologia do exercício e continuar a jogar futebol na 1.ª divisão do NCAA. Quando voltei para Portugal, convidaram-me (Escola Geração Benfica Almada – Tiago Coelho) para treinar os Juvenis e Infantis do Almada onde tive uma experiência fantástica porque construímos as equipas de raiz e acabámos por ser campeões distritais de juvenis. No final da época surge o convite para treinador principal dos Iniciados B do Sport Lisboa e Benfica, onde estive dois anos. Dando seguimento ao meu percurso no final destes dois anos comecei a trabalhar como adjunto nos Juvenis A, primeiro com o Bruno Lage (que entretanto ingressou no Al Ahli) e depois com o Renato Paiva na equipa que se sagrou campeã nacional.
Depois do Benfica seguiu-se o Al Ahli. Como é que surgiu a oportunidade de ir para os Emiratos Árabes Unidos e como é que viveu a experiência. Gostou de por lá ter passado?
O convite para o Al Ahli surgiu depois de ter vindo de um torneio realizado na Irlanda do Norte, quando estava nos Juvenis do Benfica. Foi o Bruno Lage que me convidou tendo eu aceitado prontamente porque uma das minhas ambições era um dia poder treinar um clube do Médio Oriente. Foi de facto uma experiência fantástica. Só tenho que agradecer ao Bruno a forma como tratou este processo. Ele foi o elemento-chave, inexcedível. Penso que foi muito positivo para ambos esta experiência no estrangeiro, num país muçulmano. Foi um salto qualitativo e quantitativo em diversas áreas da vida e uma experiência que me fez crescer em diversas áreas, tanto no aspecto profissional como a nível pessoal.
No Al Ahli trabalhou com gente bem conhecida do futebol português. Acha que os países árabes são uma boa opção para o mercado português?
É uma pergunta complicada de responder. Como em tudo na vida, existem os prós e contras. Antes de aceitar uma proposta vinda do Médio Oriente, é necessário estudar a localização do clube, o projecto, a vida social, a proposta financeira, e só depois tomar uma decisão. Só assim se pode concluir que se trata de uma boa opção. Penso que o treinador português tem competência para treinar em qualquer parte do Mundo.
No Al Ahli, em que campeonato e escalão treinou?
Na 1.ª Divisão do Campeonato Nacional dos Emirados Árabes Unidos e no escalão de Juniores U-19, que é a matriz deste ano na equipa B.
Pelo clube passaram alguns nomes bem conhecidos do futebol português. Quer referir alguns e dizer se eles mereciam a simpatia dos Árabes?
Sim, eles têm imensa curiosidade em relação à Europa. Deitam-se tardíssimo para ver os jogos da Liga dos Campeões e se calhar até vibram mais que os próprios europeus. Portanto, quando podem ver os ídolos de perto não hesitam. No Al Ahli, tínhamos o Grafite (internacional brasileiro), o Luís Jimenez (internacional chileno) e ainda o Ricardo Quaresma que acabavam por ser, naturalmente, os jogadores mais acarinhados. O treinador Quique Flores também chegou ao clube com muito peso porque tinha vencido a Liga Europa pelo Atlético Madrid, sendo constantemente solicitado por todos. E, por fim, o Fábio Cannavaro, ex-jogador italiano, considerado o melhor jogador do mundo, como director desportivo (este ano treinador-adjunto).
Neste momento está a treinar algum clube?
Não. Neste momento, não estou a treinar nenhum clube.
Quais são então os seus projectos futuros?
Existe sempre uma ambição e um objectivo. Mas neste momento, o que pretendo é trabalhar e voltar o mais rápido possível ao treino.
De regresso a Portugal depois de uma experiência
muito enriquecedora nos Emiratos Árabes Unidos
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| Filipe Cellikaya no comando técnico dos Iniciados B do Benfica... |
No seu curriculum conta com passagens por vários clubes tanto como jogador como treinador sendo de destacar a presença de dois anos nas camadas jovens do Benfica, primeiro como treinador principal dos Iniciados B e, depois, ainda começou como adjunto dos Juvenis A, mas o Al Ahli falou mais alto.
Na época passada foi até aos Emiratos Árabes Unidos mas agora está de regresso a Portugal e sem clube para treinar mas à espera de um projecto credível porque o que mais ambiciona neste momento é voltar o mais rápido possível ao treino
Mas, vamos então ficar a conhecer melhor Filipe Celikkaya, um homem da margem sul de Tejo que apesar de jovem tem já obra feita tanto a nível regional, como nacional e até mesmo internacional.
O adeus como jogador 15 anos depois
Pode-nos falar da sua carreira enquanto praticante de futebol?
Joguei futebol durante 15 anos. Comecei no Clube Desportivo da Cova da Piedade, onde estive 4 anos. Depois de ter jogado no Campeonato Nacional de Iniciados, transferi-me para o Belenenses. Estive por lá cinco anos, tendo jogado na mesma equipa com o Ruben Amorim, Rolando e Gonçalo Brandão, entre outros. Na passagem para sénior, joguei sempre na 3.ª divisão. Comecei no 1.º Dezembro, passando depois pelo Fazendense (Almeirim); Atlético do Cacém, com o Prof. Silveira Ramos (Director Técnico Nacional); Almada, na 1.ª Divisão Distrital; Oeiras, com o Prof. Paulo Leitão; Sintrense; e, por fim, fui para os Estados Unidos na América. Depois de 15 anos, e de algumas lesões graves, optei por deixar o futebol enquanto praticante.
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| No Belenenses com Rúben Amorim (segundo em cima), Rolando (4.º), Gonçalo Brandão (5.º). Filipe Celikkaya (4.º em baixo) |
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| Filipe Celikkaya com Bruno Lage, no Al Ahli |
O convite para o Al Ahli surgiu depois de ter vindo de um torneio realizado na Irlanda do Norte, quando estava nos Juvenis do Benfica. Foi o Bruno Lage que me convidou tendo eu aceitado prontamente porque uma das minhas ambições era um dia poder treinar um clube do Médio Oriente. Foi de facto uma experiência fantástica. Só tenho que agradecer ao Bruno a forma como tratou este processo. Ele foi o elemento-chave, inexcedível. Penso que foi muito positivo para ambos esta experiência no estrangeiro, num país muçulmano. Foi um salto qualitativo e quantitativo em diversas áreas da vida e uma experiência que me fez crescer em diversas áreas, tanto no aspecto profissional como a nível pessoal.
Árabes vibram mais com o futebol que os próprios europeus
No Al Ahli trabalhou com gente bem conhecida do futebol português. Acha que os países árabes são uma boa opção para o mercado português?
É uma pergunta complicada de responder. Como em tudo na vida, existem os prós e contras. Antes de aceitar uma proposta vinda do Médio Oriente, é necessário estudar a localização do clube, o projecto, a vida social, a proposta financeira, e só depois tomar uma decisão. Só assim se pode concluir que se trata de uma boa opção. Penso que o treinador português tem competência para treinar em qualquer parte do Mundo.
No Al Ahli, em que campeonato e escalão treinou?
Na 1.ª Divisão do Campeonato Nacional dos Emirados Árabes Unidos e no escalão de Juniores U-19, que é a matriz deste ano na equipa B.
Pelo clube passaram alguns nomes bem conhecidos do futebol português. Quer referir alguns e dizer se eles mereciam a simpatia dos Árabes?
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| Jogo da Taça dos Emiratos Árabes Unidos |
Neste momento está a treinar algum clube?
Não. Neste momento, não estou a treinar nenhum clube.
Quais são então os seus projectos futuros?
Existe sempre uma ambição e um objectivo. Mas neste momento, o que pretendo é trabalhar e voltar o mais rápido possível ao treino.
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Lembram-se do Nuno Camacho? Era o extremo direito dos juvenis do Almada.
Pois, notei que está agora no Nacional da MAdeira, nos juniores!
Nuno Camacho
Portugal | 17 anos | Avançado
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Colaboração
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- Histórico Array
ÉPOCA EQUIPA 2013/14
Nacional [Jun.A S19]2013/14
Nacional2012/13
Almada [Jun.A S19]2011/12
Almada [Jun.B S17]2010/11
Cova da Piedade [Jun.B S17]Videos Relacionados
Começa amanhã o campeonato de juvenis da 2.ª divisão (nossa equipa B)
O nosso jogo foi adiado para dezembro, julgo que a pedido do Seixal.
Campeonato Distrital de Juvenis da 2ª Divisão – Série A
Almada B 22/09 10:30 Seixal 1925
Paio Pires FC 22/09 10:30 Cova da Piedade B
Charneca Caparica 22/09 10:30 Amora B
Corroios B 22/09 10:30 ACRUT Zambujalense
Monte Caparica AC 22/09 10:30 Vale de Milhaços
Trafaria 22/09 10:30 GD Alfarim
Mas na segunda jornada temos logo um derby almadense, jogamos fora com o C. Piedade.
Mas na segunda jornada temos logo um derby almadense, jogamos fora com o C. Piedade.
Porque é que as coisas podem correr mal?
Quantas e quantas vezes antes de começar uma época as pessoas, pais, amigos, familiares, técnicos, dirigentes, adeptos, todos fazem apostas, juras, promessas, convicções de que a época vai ser um sucesso e, depois, revela-se um fracasso?
Já aconteceu convosco, de certeza, já aconteceu comigo, claro, e julgo que acontece com todos nós.
É da vida.
Mas quando já passámos por isso, conseguimos identificar os erros e se calhar, se tivermos alguma capacidade de decisão, ou de aconselhamento, conseguimos que esses erros não se repitam.
Ora, proponho-me enunciar aqui algumas condições que, sabemos, fazem com que tudo corra mal. (Para evitarmos esses erros, claro).
1. Quando o plantel é muito bom, mas as coisas correm mal. Porquê?
Dos jogadores.
Ter um grande plantel, com jogadores de créditos firmados, jogadores que já foram chamados a treinar aos clubes grandes, Benfica e Sporting e outros, dá algumas garantias, mas não garante tudo. OS jogos só se ganham em campo. Não há vitórias antecipadas. Costumo dizer que os jogos ganham-se com muito suor, não é só com inspiração. Quando falta o suor... nada feito!
Muitas vezes vemos a fotografia do início do jogo e exclamamos:"Mas que grande plantel!"
Mas depois o jogo começa e o que vemos é um adversário a criar mais perigo, a correr mais, a marcar mais golos, a jogar mais que nós... e perdemos. Então? Como acontece? Como é possível?
Ora, um jogador ser excelente não significa que faça todos os jogos com excelência.
Muitas vezes há excelentes jogadores que entram em campo a dormir.
Porquê? Pode ter acontecido milhentas coisas.
Terá ido sábado à noite à discoteca, bebeu muito álcool, fumou muitos cigarros?
Terá ate fumado drogas? Deitou-se às 5 da manhã?
Ora um jogador nestas condições até pode ser o Cristiano Ronaldo, no domingo de manhã nao vai jogar nadinha. Rendimento será péssimo.
Mas não vale a pena estereotipar o jogador desconcentrado, há dezenas de outras situações possíveis, é só pensarmos um pouco:
- Um desgosto amoroso, uma namorada que nos abandona, uma discussão com um amigo, uma desilusão quanto a uma pessoa próxima, uma situação familiar complicada, uma morte de familiar, uma asneira feita em casa cujas consequências ainda não sabemos quais vão ser quando os nossos pais souberem, uma dificuldade na escola, uma situação de bullying na escola, uma ambição que tivemos de desistir...
Enfim, há tantas e tantas coisas que podem levar um jogador a entrar em campo desconcentrado, ele está ali fisicamente, mas a sua cabeça está noutro lado.
Quando isto acontece, o papel fundamental cabe aos treinadores.
Se não se apercebem do que se está a passar, ou simplesmente não querem ver por razões a meu ver muito negativas, então temos o descalabro.
Infelizmente já assisti a esse filme.
Jogadores que estão em campo e são uma nulidade, não estão ali a fazer nada, mas jogam 80 minutos...
E perguntam vocês: «Mas se o jogador não tem rendimento porque razão o treinador o mantém em campo?"
Mas porquê?
Será mera incompetência do treinador, que não tem a capacidade de observação para perceber que o jogador estar em campo ou não é a mesma coisa?
Essa é uma resposta possível. Mas há muitas mais.
Senão vejamos, as várias razões possíveis:
O treinador enerva-se muito quando as coisas correm mal e de facto perde a capacidade analítica. Deixa de fazer a leitura de jogo e foca-se apenas na repressão aos jogadores que falham em campo... Sem perceber que se calhar é melhor trocar jogadores, está desfocado do essencial, perde-se nos pormenores, e esquece o importante.
O treinador montou uma equipa com base em relações de amizade e convivência com pais e jogadores, já há ali uma amizade profunda.
O treinador sente-se condicionado, não quer tirar de campo um jogador para não ferir a relação com um dito pai. É mau. É muito mau, mas infelizmente é uma realidade demasiadas vezes conhecida de todos nós. É triste, pois, pois é... mas é muito comum. Jogadores e pais que fazem vida social com treinadores... dá sempre maus resultados!
O treinador prometeu a jogadores que convidou a ingressar na equipa que iriam ser titulares e jogar muito. Sente-se preso a um acordo que, na verdade nunca deveria ter feito.
Aquela é uma garantia que qualquer pessoa que anda no futebol sabe que não se pode garantir.
Um jogador só é titular se estiver em forma.
Qualquer treinador que faça promessas destas é, a meu ver, um péssimo treinador.
Faltam-lhe bases mínimas... É um mero «sapateiro» do futebol...
Nunca será um bom treinador porque está condicionado.
Mais tarde ou mais cedo vai cometer erros graves e vai ser corrido do clube... E bem corrido, a meu ver.
Mas um treinador também pode ver que há um jogador que precisa sair mas considerar que não tem banco com qualidade para fazer essa substituição. Sei que muitos treinadores usam esta "desculpa", que não passa, a meu ver, de uma farsa.
Um treinador quando convoca 18 jogadores para um jogo tem de sentir que todos podem entrar a qualquer momento. Senão, é melhor nem os convocar. fazer dos miúdos palhaços é que não!
Quem está no banco, está ali para entrar a qualquer momento. Essa desculpa miserável, para mim, é um acto de mera cobardia:
«Pois, eu sei que o jogador não estava bem, ele até veio jogar doente, mas não tinha banco...»
Já ouvi conversas destas. Mas, não tinha banco???
Estamos a brincar?
Há equipas na primeira distrital a dizerem que não têm banco???
Desculpem-me, mas esta resposta é a admissão de grande incompetência.
Também são os treinadores que têm de conseguir formar um bom plantel: Se se deu ao trabalho de juntar apenas 11 jogadores a quem prometeu lugar cativo em todos os jogos, e depois esteve-se nas tintas para se tinha banco ou não... é incompetente! Desculpem-me a crueza das palavras, mas não há outra explicação: É um treinador incompetente!
Mas muitas vezes isto acontece porque há equívocos.
Ainda há pais que acham que podem garantir a titularidade dos filhos com relações próximas com treinadores.
Nada mais errado.
Até podem garantir isso, com treinadores fracos, podem garantir a titularidade dos seus filhinhos, estejam os jogadores bem ou estejam mal.
Mas os jovens, coitados, nunca passarão de "afilhados" do treinador, e essas coisas sabem-se, notam-se, percebem-se rapidamente no seio do grupo. Quem fica mal é o miúdo, e fica sempre mal o treinador!
O verdadeiro valor do jogador nunca será reconhecido.
E é pena, porque o miúdo ate podia ser muito bom, mas quando todos sabem que ele só joga pelas cunhas e influências do paizinho... Será sempre um jogador diminuído.
Esses pais chico-espertos pensam que estão a ajudar os miudos, mas só os enterram...
É pena, mas há tantos por aí... Só eu conheço mais de uma dúzia deles...
Sempre de volta dos treinadores... Sempre a tentar influenciar...
Porque sabemos, há pais que acham que as coisas funcionam assim.
Quando os miúdos são convidados para um clube exigem que o filhinho seja sempre titular.
E depois estão sempre em cima do técnico a colocar pressão.
E há ainda pior.
Há paizinhos, e eu conheço alguns, que fazem tudo para afastar a concorrência ao seu filho na equipa.
São capazes de andar a espalhar que o jogador concorrente do filho tem este e aquele defeito...
E, mais grave, quando o filho passa a ir para o banco porque o treinador considera que há outro jogador em melhor forma, começam a minar todo o ambiente de bancada.
Inventam supostas cabalas, supostos inimigos, de repente o mundo parece desabar e o clube passou a ser o pior clube do mundo!
E vão saltando de clube em clube... e o filme é sempre o mesmo...
Enfim, é o mundo do futebol!
Como todos bem conhecemos...
Já aconteceu convosco, de certeza, já aconteceu comigo, claro, e julgo que acontece com todos nós.
É da vida.
Mas quando já passámos por isso, conseguimos identificar os erros e se calhar, se tivermos alguma capacidade de decisão, ou de aconselhamento, conseguimos que esses erros não se repitam.
Ora, proponho-me enunciar aqui algumas condições que, sabemos, fazem com que tudo corra mal. (Para evitarmos esses erros, claro).
1. Quando o plantel é muito bom, mas as coisas correm mal. Porquê?
Dos jogadores.
Ter um grande plantel, com jogadores de créditos firmados, jogadores que já foram chamados a treinar aos clubes grandes, Benfica e Sporting e outros, dá algumas garantias, mas não garante tudo. OS jogos só se ganham em campo. Não há vitórias antecipadas. Costumo dizer que os jogos ganham-se com muito suor, não é só com inspiração. Quando falta o suor... nada feito!
Muitas vezes vemos a fotografia do início do jogo e exclamamos:"Mas que grande plantel!"
Mas depois o jogo começa e o que vemos é um adversário a criar mais perigo, a correr mais, a marcar mais golos, a jogar mais que nós... e perdemos. Então? Como acontece? Como é possível?
Ora, um jogador ser excelente não significa que faça todos os jogos com excelência.
Muitas vezes há excelentes jogadores que entram em campo a dormir.
Porquê? Pode ter acontecido milhentas coisas.
Terá ido sábado à noite à discoteca, bebeu muito álcool, fumou muitos cigarros?
Terá ate fumado drogas? Deitou-se às 5 da manhã?
Ora um jogador nestas condições até pode ser o Cristiano Ronaldo, no domingo de manhã nao vai jogar nadinha. Rendimento será péssimo.
Mas não vale a pena estereotipar o jogador desconcentrado, há dezenas de outras situações possíveis, é só pensarmos um pouco:
- Um desgosto amoroso, uma namorada que nos abandona, uma discussão com um amigo, uma desilusão quanto a uma pessoa próxima, uma situação familiar complicada, uma morte de familiar, uma asneira feita em casa cujas consequências ainda não sabemos quais vão ser quando os nossos pais souberem, uma dificuldade na escola, uma situação de bullying na escola, uma ambição que tivemos de desistir...
Enfim, há tantas e tantas coisas que podem levar um jogador a entrar em campo desconcentrado, ele está ali fisicamente, mas a sua cabeça está noutro lado.
Quando isto acontece, o papel fundamental cabe aos treinadores.
Se não se apercebem do que se está a passar, ou simplesmente não querem ver por razões a meu ver muito negativas, então temos o descalabro.
Infelizmente já assisti a esse filme.
Jogadores que estão em campo e são uma nulidade, não estão ali a fazer nada, mas jogam 80 minutos...
E perguntam vocês: «Mas se o jogador não tem rendimento porque razão o treinador o mantém em campo?"
Mas porquê?
Será mera incompetência do treinador, que não tem a capacidade de observação para perceber que o jogador estar em campo ou não é a mesma coisa?
Essa é uma resposta possível. Mas há muitas mais.
Senão vejamos, as várias razões possíveis:
O treinador enerva-se muito quando as coisas correm mal e de facto perde a capacidade analítica. Deixa de fazer a leitura de jogo e foca-se apenas na repressão aos jogadores que falham em campo... Sem perceber que se calhar é melhor trocar jogadores, está desfocado do essencial, perde-se nos pormenores, e esquece o importante.
O treinador montou uma equipa com base em relações de amizade e convivência com pais e jogadores, já há ali uma amizade profunda.
O treinador sente-se condicionado, não quer tirar de campo um jogador para não ferir a relação com um dito pai. É mau. É muito mau, mas infelizmente é uma realidade demasiadas vezes conhecida de todos nós. É triste, pois, pois é... mas é muito comum. Jogadores e pais que fazem vida social com treinadores... dá sempre maus resultados!
O treinador prometeu a jogadores que convidou a ingressar na equipa que iriam ser titulares e jogar muito. Sente-se preso a um acordo que, na verdade nunca deveria ter feito.
Aquela é uma garantia que qualquer pessoa que anda no futebol sabe que não se pode garantir.
Um jogador só é titular se estiver em forma.
Qualquer treinador que faça promessas destas é, a meu ver, um péssimo treinador.
Faltam-lhe bases mínimas... É um mero «sapateiro» do futebol...
Nunca será um bom treinador porque está condicionado.
Mais tarde ou mais cedo vai cometer erros graves e vai ser corrido do clube... E bem corrido, a meu ver.
Mas um treinador também pode ver que há um jogador que precisa sair mas considerar que não tem banco com qualidade para fazer essa substituição. Sei que muitos treinadores usam esta "desculpa", que não passa, a meu ver, de uma farsa.
Um treinador quando convoca 18 jogadores para um jogo tem de sentir que todos podem entrar a qualquer momento. Senão, é melhor nem os convocar. fazer dos miúdos palhaços é que não!
Quem está no banco, está ali para entrar a qualquer momento. Essa desculpa miserável, para mim, é um acto de mera cobardia:
«Pois, eu sei que o jogador não estava bem, ele até veio jogar doente, mas não tinha banco...»
Já ouvi conversas destas. Mas, não tinha banco???
Estamos a brincar?
Há equipas na primeira distrital a dizerem que não têm banco???
Desculpem-me, mas esta resposta é a admissão de grande incompetência.
Também são os treinadores que têm de conseguir formar um bom plantel: Se se deu ao trabalho de juntar apenas 11 jogadores a quem prometeu lugar cativo em todos os jogos, e depois esteve-se nas tintas para se tinha banco ou não... é incompetente! Desculpem-me a crueza das palavras, mas não há outra explicação: É um treinador incompetente!
Mas muitas vezes isto acontece porque há equívocos.
Ainda há pais que acham que podem garantir a titularidade dos filhos com relações próximas com treinadores.
Nada mais errado.
Até podem garantir isso, com treinadores fracos, podem garantir a titularidade dos seus filhinhos, estejam os jogadores bem ou estejam mal.
Mas os jovens, coitados, nunca passarão de "afilhados" do treinador, e essas coisas sabem-se, notam-se, percebem-se rapidamente no seio do grupo. Quem fica mal é o miúdo, e fica sempre mal o treinador!
O verdadeiro valor do jogador nunca será reconhecido.
E é pena, porque o miúdo ate podia ser muito bom, mas quando todos sabem que ele só joga pelas cunhas e influências do paizinho... Será sempre um jogador diminuído.
Esses pais chico-espertos pensam que estão a ajudar os miudos, mas só os enterram...
É pena, mas há tantos por aí... Só eu conheço mais de uma dúzia deles...
Sempre de volta dos treinadores... Sempre a tentar influenciar...
Porque sabemos, há pais que acham que as coisas funcionam assim.
Quando os miúdos são convidados para um clube exigem que o filhinho seja sempre titular.
E depois estão sempre em cima do técnico a colocar pressão.
E há ainda pior.
Há paizinhos, e eu conheço alguns, que fazem tudo para afastar a concorrência ao seu filho na equipa.
São capazes de andar a espalhar que o jogador concorrente do filho tem este e aquele defeito...
E, mais grave, quando o filho passa a ir para o banco porque o treinador considera que há outro jogador em melhor forma, começam a minar todo o ambiente de bancada.
Inventam supostas cabalas, supostos inimigos, de repente o mundo parece desabar e o clube passou a ser o pior clube do mundo!
E vão saltando de clube em clube... e o filme é sempre o mesmo...
Enfim, é o mundo do futebol!
Como todos bem conhecemos...
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Seleção distrital de séniores (PARABENS)
[futebol na margem sul] AF de Setúbal – Seleção sénior, convocados 25 jogadores
F
Fernando Santos
para para mim
Há 22 horas
Há 22 horas
Detalhes

SELEÇÃO DISTRITAL
TREINO DE PREPARAÇÃO
ALCOCHETE, 23 SETEMBRO 2013
O novo selecionador distrital da Associação de Futebol de Setúbal, Alexandre Santana, convocou 25 os jogadores para oprimeiro treino, a realizar no complexo desportivo António Almeida Correia (FONI), Alcochete, dia 23/09/2012, 2ª feira, pelas 19:00, a fim de preparar a seleção para o Torneio Nacional Inter-Associações - Taça das Regiões, Fase Zonal, a disputar de 8 a 10 de Novembro de 2013, com organização da Associação a designar pela Federação Portuguesa de Futebol.
ATLETAS CONVOCADOS
GRUPO DESPORTIVO ALCOCHETENSE (7)
PEDRO BATISTA
TIAGO FEITEIRA
ALEXANDRE
SERAFIM
MARCO VESTEA
JOÃO LOPES (DJÃO)
LUÍS CARVALHO
MARCO NUNES
GRUPO DESPORTIVO FABRIL DO BARREIRO (4)
CARLOS SOARES
FÁBIO SANTANA
LUÍS CONCEIÇÃO
PEDRO BARROS (BANANA)
ALMADA ATLÉTICO CLUBE (4)
BRUNO PAIS
CARLOS SOARES
RICARDO DINIS
PAULO TAVARES
AMORA FUTEBOL CLUBE (2)
CARLOS CORREIA
JORGE MONTEIRO
GRUPO DESPORTIVO ALFARIM (3)
TIAGO VERÍSSIMO
ANTÓNIO PIRES
ELSON MARQUES
BEIRA MAR ATLETICO CLUBE (2)
FRANCISCO ABREU
DAVID COSTA
UNIÃO FUTEBOL COMÉRCIO INDUSTRIA (1)
RAFAEL ASSUNÇÃO
VASCO DA GAMA ATLÉTICO CLUBE (1)
JOÃO NUNES
UNIÃO SPORT CLUB (1)
DANIEL DIREITO
Fonte: AF de Setúbal
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Publicada por Fernando Santos às futebol na margem sul a 9/20/2013 01:41:00 PM
Esta Associação de Futebol de Setúbal que recebe milhares e milhares de euros dos clubes descapitalizados, taxas para isto e para aquilo, depois não organiza nada, nadinha...
Soube-se agora dessa iniciativa de criar a seleção distrital de seniores, em virtude da criação de um torneio nacional de seleções distritais.
É uma iniciativa que devemos felicitar, até porque não se percebe porque é que não há seleções distritais de todos os escalões.
Há a seleção SUB14... e agora a seleção seniores.
Porque não uma seleção SUB16, e uma SUB18, e outra SUB20???
O argumento que já ouvi é que nestes escalões existem seleções nacionais.
Mas há pelo meio uma falha muito grave.
Para as seleções nacionais só vão jogadores do FCPorto, Benfica e Sporting. Pouco mais.
OS seleccionadores confiam no trabalho feito pelos grandes, e claro, ignoram tudo o resto!
Agora imaginem que havia seleções SUB16, SUB18, SUB20... bastava assistir a alguns jogos entre estas associações e se calhar encontravam mais uns tantos bons jogadores...
Mas não... deve dar muito trabalho!
Bem, esta seleção de seniores já é um princípio... quem sabe, numa altura em que os clubes da I liga praticamente não têm jogadores portugueses, se calhar vai ser importante ver o que existe nos distritais...
Curiosamente, o seleccionador é o Alexandre Santana, que foi o adjunto do mister Chaby que treinou a seleção de SUB14 de 2011, a equipa que conseguiu o melhor resultado de sempre da seleção de Setúbal no Lopes da Silva, o 5.º lugar...
Eis o artigo do JORNAL DE DESPORTO do senhor Pina:
AF SETÚBAL»» Alexandre Santana é o novo seleccionador distrital
Visando a preparação da equipa para a Taça das Regiões
Estreia-se na próxima segunda-feira na selecção distrital de seniores
Alexandre Santana é o novo seleccionador distrital de futebol da AF Setúbal. O técnico de 35 anos, que já trabalhou no seio da associação, regressa agora com renovada ambição e o primeiro desafio é a estreia à frente de uma equipa sénior. Três épocas após ter trabalhado na equipa regional de sub-14, Alexandre Santana é o novo seleccionador distrital da AF Setúbal para as selecções de futebol, substituindo no cargo o ex-técnico Hugo Silva.
Com conhecimento adquirido ao longo de mais de uma década no futebol de formação, onde passou pelos Pescadores, Vitória de Setúbal e mais recentemente pelo C. Indústria, onde esteve também ligado ao futebol sénior, Alexandre Santana prepara-se para se estrear como técnico principal na nova selecção distrital, que começa na próxima segunda-feira, a preparar a participação na Taça-Regiões Inter-Associações.
Ao afsetubal.pt Alexandre Santana mostrou-se muito honrado com o convite e garante que o projecto é muito motivador. «É algo que faltava no meu currículo ligado à formação. Já passei por todos os escalões de formação e a partir de agora, só fica a faltar o cargo de seleccionador nacional», começou por avançar o técnico, que visa, no futuro, entrar pela porta do futebol sénior.
Alexandre Santana confia no seu trabalho e quer colocar toda a experiência adquirida ao serviço do futebol da região através da ligação associativa. «Acredito que vamos fazer um bom trabalho. A AF Setúbal tem uma boa estrutura e isso é fundamental para desenvolver o projecto», elogia. Um desafio que assentou na garantia de que os responsáveis associativos «querem fazer mais e melhor pelo futebol da região». «Estou neste projecto com muita ambição e muito motivado».
Na próxima segunda-feira, o relvado do “Fóni”, em Alcochete, abre, a partir das 19 horas, as oito sessões de treino previstas para a nova selecção distrital de seniores da AF Setúbal que vai participar na Taça-Regiões Inter-Distrital .
Neste primeiro treino, são 25 os jogadores que entram na primeira escolha do treinador. «O objectivo é começar a trabalhar bem e relançar jovens de qualidade que temos no distrito», afirmou Alexandre Santana, sem esquecer que «o sucesso da AF Setúbal sai dos clubes que, à semelhança dos atletas, também serão projectados pelo seu trabalho».
No que respeita a objectivos competitivos para a participação da Taça-Regiões, cujo grande vencedor a nível nacional, representará o nosso país no âmbito da UEFA, Alexandre Santana confia numa boa prestação, mas reconhece que os adversários que a AF Setúbal vai enfrentar na Fase Zonal - Zona 4 (Setúbal, Lisboa, Madeira e Santarém) são complicados. «Vamos competir num grupo muito forte. Lisboa será o principal candidato ao primeiro lugar no grupo, depois temos a Madeira, igualmente forte pela sua projecção dos escalões de formação. Creio que Santarém, apesar da sua qualidade, será um adversário mais próximo da nossa valia. Todavia, temos a ambição natural de entrar sempre para vencer e vamos preparar a selecção da melhor forma para nos apresentar-nos competitivos e lutar pela vaga de apuramento para a fase nacional».
Recorde-se que as selecções distritais de futebol sénior serão formadas com atletas, não profissionais, a partir dos 19 anos, sendo que apenas três poderão ter entre os 30 e os 33 anos.
Os jogos serão de 70 minutos (35+35) e a competição realiza-se entre 8 e 10 de Novembro, sendo o Grupo 4, composto por Setúbal, Lisboa, Santarém e Madeira, organizado pela AF Setúbal.
Jogadores convocados para a primeira sessão de trabalho
Eis a lista dos 25 jogadores convocados para a primeira sessão de trabalho a realizar no campo do Alcochetense que é o clube com maior número de jogadores convocados:
Pedro Batista, Tiago Feiteira, Alexandre Serafim, Marco Véstia, Djão, Luís Carvalho e Marco Nunes (Alcochetense); Carlos Soares, Fábio Santana, Luís Conceição e Banana (Desp. Fabril);Bruno Pais, Carlos Soares, Ricardo Dinis e Paulo Tavares (Almada); Carlos Correia e Jorge Monteiro (Amora); Tiago Veríssimo, António Pires e Elson Marques (Alfarim); Francisco Abreu e David Costa (B. Mar Almada); Rafael Assunção (Com. Indústria); João Nunes (V. Gama Sines) eDaniel Direito (U. Santiago).
Estreia-se na próxima segunda-feira na selecção distrital de seniores
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| Alexandre Santana, o novo seleccionador distrital |
Com conhecimento adquirido ao longo de mais de uma década no futebol de formação, onde passou pelos Pescadores, Vitória de Setúbal e mais recentemente pelo C. Indústria, onde esteve também ligado ao futebol sénior, Alexandre Santana prepara-se para se estrear como técnico principal na nova selecção distrital, que começa na próxima segunda-feira, a preparar a participação na Taça-Regiões Inter-Associações.
Ao afsetubal.pt Alexandre Santana mostrou-se muito honrado com o convite e garante que o projecto é muito motivador. «É algo que faltava no meu currículo ligado à formação. Já passei por todos os escalões de formação e a partir de agora, só fica a faltar o cargo de seleccionador nacional», começou por avançar o técnico, que visa, no futuro, entrar pela porta do futebol sénior.
Alexandre Santana confia no seu trabalho e quer colocar toda a experiência adquirida ao serviço do futebol da região através da ligação associativa. «Acredito que vamos fazer um bom trabalho. A AF Setúbal tem uma boa estrutura e isso é fundamental para desenvolver o projecto», elogia. Um desafio que assentou na garantia de que os responsáveis associativos «querem fazer mais e melhor pelo futebol da região». «Estou neste projecto com muita ambição e muito motivado».
Selecção sénior vai começar a trabalhar
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| Campo António Almeida Correia "Foni" recebe primeiro treino |
Neste primeiro treino, são 25 os jogadores que entram na primeira escolha do treinador. «O objectivo é começar a trabalhar bem e relançar jovens de qualidade que temos no distrito», afirmou Alexandre Santana, sem esquecer que «o sucesso da AF Setúbal sai dos clubes que, à semelhança dos atletas, também serão projectados pelo seu trabalho».
No que respeita a objectivos competitivos para a participação da Taça-Regiões, cujo grande vencedor a nível nacional, representará o nosso país no âmbito da UEFA, Alexandre Santana confia numa boa prestação, mas reconhece que os adversários que a AF Setúbal vai enfrentar na Fase Zonal - Zona 4 (Setúbal, Lisboa, Madeira e Santarém) são complicados. «Vamos competir num grupo muito forte. Lisboa será o principal candidato ao primeiro lugar no grupo, depois temos a Madeira, igualmente forte pela sua projecção dos escalões de formação. Creio que Santarém, apesar da sua qualidade, será um adversário mais próximo da nossa valia. Todavia, temos a ambição natural de entrar sempre para vencer e vamos preparar a selecção da melhor forma para nos apresentar-nos competitivos e lutar pela vaga de apuramento para a fase nacional».
Recorde-se que as selecções distritais de futebol sénior serão formadas com atletas, não profissionais, a partir dos 19 anos, sendo que apenas três poderão ter entre os 30 e os 33 anos.
Os jogos serão de 70 minutos (35+35) e a competição realiza-se entre 8 e 10 de Novembro, sendo o Grupo 4, composto por Setúbal, Lisboa, Santarém e Madeira, organizado pela AF Setúbal.
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| Marco Véstia |
Eis a lista dos 25 jogadores convocados para a primeira sessão de trabalho a realizar no campo do Alcochetense que é o clube com maior número de jogadores convocados:
Pedro Batista, Tiago Feiteira, Alexandre Serafim, Marco Véstia, Djão, Luís Carvalho e Marco Nunes (Alcochetense); Carlos Soares, Fábio Santana, Luís Conceição e Banana (Desp. Fabril);Bruno Pais, Carlos Soares, Ricardo Dinis e Paulo Tavares (Almada); Carlos Correia e Jorge Monteiro (Amora); Tiago Veríssimo, António Pires e Elson Marques (Alfarim); Francisco Abreu e David Costa (B. Mar Almada); Rafael Assunção (Com. Indústria); João Nunes (V. Gama Sines) eDaniel Direito (U. Santiago).
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Regras para as substituições são as mesmas .- máximo de 5
CAMPEONATOS DISTRITAIS vs TORNEIOS COMPLEMENTARES DE JUVENIS
5 (cinco) substituições autorizadas durante o jogo, sendo que, após o inicio da segunda parte, só podem ser efectuadas 3 (três) substituições, por clube.
Esta regra, que foi alterada há umas 2 ou 3 épocas (antigamente no futebol11 só se podia substituir 3 vezes) é muito importante para os clubes que apostam mesmo na formação.
Bons treinadores, que saibam gerir bem os planteis, e que tenham um bom sentido de justiça, sabem dar minutos a todos os jogadores do seu plantel, sejam eles 20, 25 ou 30 jogadores.
Temos um exemplo concreto disso. Na época de Iniciados destes miudos de 1997, quando fomos campeões distritais a 4 jornadas do fim, o mister Ricardo Baltazar foi um excelente gestor do plantel.
Muitos dos jogos, nessa época, foram ganhos por 6-0, 8-0, 11-0... ora, quando se chegava ao intervalo a ganhar 3, ou 4-0... qual era a dúvida? trocava-se logo 2 ou 3 jogadores ao intervalo. Mais 3 ao longo da segunda parte! Ou seja, jogava praticamente toda a equipa convocada.
Isso permitiu que alguns miudos que, num clube vulgar, com uma equipa normal a jogar no final da tabela, teriam jogador 3 ou 4 jogos 10 minutos do fim.... no ALmada jogaram praticamente tanto como os habituais titulares!
A isto eu chamo uma boa gestão do plantel!
Isso permitiu que alguns miudos que, num clube vulgar, com uma equipa normal a jogar no final da tabela, teriam jogador 3 ou 4 jogos 10 minutos do fim.... no ALmada jogaram praticamente tanto como os habituais titulares!
A isto eu chamo uma boa gestão do plantel!
Dar minutos a todos é sempre uma boa decisão.
Este ano, que temos um grupo muito homogéneo, não tenho quaisquer dúvidas que a equipa técnica vai rodar bastante, para dar competitividade a todos os jogadores do plantel!
Este ano, que temos um grupo muito homogéneo, não tenho quaisquer dúvidas que a equipa técnica vai rodar bastante, para dar competitividade a todos os jogadores do plantel!
Temos praticamente dois bons jogadores por cada posição, como são todos ao mesmo nível, não me choca nada que se mude a titularidade jogo a jogo...
Jogos em que o Almada esteja a ganhar ao intervalo por 2 ou 3 a 0... não vejo porque não se troque logo 2 ou 3 jogadores...
Ou mesmo quando o jogo não está a correr nada bem, é de trocar logo ao intervalo...
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